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Samarah e os portais

"Diziam que as portas iriam se fechar um dia, mas nunca contaram que poderiam se abrir."                                                                                   
Já faz muito tempo, e os antigos não gostam de comentar sobre o assunto, mas houve um ano em que os homens foram desafiados a sobreviver nessas terras, meu filho. Conta-se que uma das mulheres do conselho, Samarah, decidiu deixar estas terras e sumiu por mais de cem anos. Quando voltou, continuava idêntica na aparência, mas seus olhos faiscavam. Trouxe com ele os portais do inferno, e após abertos, todas as aberrações que possam imaginar começaram a brotar de lá, e atacavam os homens e plantações.

Muitos morreram, meu filho, e alguns povos se estabeleceram no gelo após isso. Os elfos escuros, e os anões firmaram uma aliança nesta batalha, pois os seres já ganhavam força e avançavam sobre outras terras.Apenas assim pudemos derrotá-los. Apenas assim, juntos. Mas a Bruxa não foi derrotada, mesmo após roubarem todos os seus instrumentos de poder ela resistiu e fugiu pelas terras ermas.

Os sábios guardaram os objetos, e estes sumiram com o tempo. Um colar, especialmente, chama a atenção. Dizem que é ele quem abre os portais e atrais as bestas. Rumores da reabertura das portas já correram os continentes, mas nunca se confirmaram, por Balenna! Espero nunca mais ouvir falar delas.
Do diário de Sonn Yule - Ancião do Norte

Simeon Brewstone, principe assassino

"Simeon foi o terceiro filho de Benigno Brewstone, regente dos reinos do sul. Sempre cresceu à sombra dos irmãos, preterido pelo pai e pelas garotas. Aos dezessete já era capitão da guarda por direito segundo suas habilidades e importância em batalha, mas nunca tomou o posto. Leon, seu irmão era o capitão pela sucessão. 

Quando da chegada de uma caravana de mercantes e artistas, Simeon juntou-se a eles, devido ao seu talento com harpas, e nunca mais retornou ao reino.

Anos mais tarde notícias de um assassino começaram a surgir, e este passou a figurar como um contato na lista de homens de grande poder.

Dizem que a velocidade de Simeon é o mais impressionante, e que ele pode se disfarçar muito bem. Hoje é procurado por todos os reinos, mas com o tempo a própria família desistiu da busca pelo filho, e juntou-se a busca por Simeon, morto. A recompensa é de 10000 peças de ouro."

O Pico das Corujas

Certa vez no Grande Templo, os cinco sábios representantes do conselho se reuniram e mandaram trancar a sala de conselho por oito dias. Assim foi feito e após o prazo acabar as portas foram abertas e dentro da sala havia apenas cinco majestosas corujas que ao verem a saída bateram suas asas e desapareceram.

Na sala do conselho foi encontrado um pergaminho com a assinatura dos sábios que entraram lá mas não saíram. Haviam as seguintes palavras:
Tudo o que sabemos será um dia esquecido, vimos muitas coisas mas uma vida jamais será suficiente para aprender tudo. O conselho irá tentar o improvável, negociaremos com os deuses, ofereceremos o que nos for pedido e em troca só pediremos o dom de conhecer tudo que passou e tudo que virá. Se aquele que ler isto não nos encontrar não se abale pois é provável que nosso desejo tenha sido atendido.
O homem que tinha o pergaminho na mão correu até a saída e o que viu foram as aves que estavam na sala voando em direção as montanhas ali próximas. Às vezes aqueles pássaros eram avistados novamente nos arredores do templo.

Os homens que assumiram o conselho dos sábios foram até a floresta dos druidas e pediram ao Grande Druida que viesse até o Templo tentar comunicar com aqueles animais quando eles reaparecessem. O druida atendeu ao pedido e quando chegaram as cinco aves lá estavam como se soubessem do que viria a acontecer. O Grande Druida então conversou com os animais por um breve instante e depois as corujas alçaram voo e por muito tempo não voltaram ao Grande Templo. Quando perguntado sobre o que disseram o druida respondeu que aqueles aves ganharam o dom de tudo conhecer mas também só havia um local onde poderiam falar, o mais alto ponto da montanha que fica entre a Lança e a Cidade do Porto.

Prontamente os homens do templo organizaram uma expedição, descobriram que o local era um ponto de muito difícil acesso alguns dos exploradores caíram nas fendas das montanhas e desapareceram somente um chegou até o local e lá encontrou os cinco sábios não mais em forma de corujas. Muitas coisas o viajante queria saber mas somente uma resposta lhe era permitida, o homem precisou de três longos dias decidindo o que perguntar e então perguntou. Quando voltou ao Grande Templo contou o que viu e todos ficaram muito entusiasmados. No outro dia o único viajante que conseguiu retornar havia desaparecido.

Muitos outros tentaram subir até o pico que foi batizado de Pico das Corujas, alguns conseguiram vencer as dificuldades e lá chegaram, ganhavam o mesmo direito que o primeiro que lá chegou recebeu e partiam. O tempo passou e a história tornou-se lenda e eram poucos os que acreditavam em tamanho absurdo. Mas dizem que quando o conselho se reúne cinco majestosas corujas são vistas sobrevoando os arredores do Grande Templo.

Os Cavalos dos ventos, ou Thallions


Cruzando o rio, ao leste de Villa Forte, a paisagem começa a mudar. Até o litoral o que se vê são montanhas , colinas e pradarias que abrigam bosques e pequenas florestas incrustadas nos vales. Esta é a morada dos Thallions.


Os chamados Thallions, pelos homens, são cavalos selvagens, de extrema velocidade, porém de enorme fúria. Tanto que um Thallion jamais foi domado por um homem comum, que não fosse um druida das montanhas.
Os Thallions vivem nesta região há séculos, desde antes da primeira chegada dos homens, e sempre galopam em bando. Dizia-se, que o povo que comungava com estes cavalos desapareceu há muito tempo no mar, e que eles esperam seu retorno para voltarem a ser cavalos de guerra.

É comum ao subir as montanhas, avistá-los ao longe, indo para os arvoredos ao final do dia.


                                                                             

Ecthelion e a Ailindalë

Ecthelion Leaflong e a Ailindallë
                                                   

Os elfos tiveram dentre seus  recentes mentores Ecthelion Leaflong, e este foi o guia dos elfos durante cerca de cem anos. Ele foi um dos mortos em batalhas na invasão orc recente que tomou a Cidade da Floresta, e pouco antes da batalha ele forjou "Ailindalë", uma espada especial, pois foi feita dos fios de cabelos de Aiundë e Liundawë, suas filhas mortas por orcs num ataque furtivo as cegas ainda em Annarion.
A espada não só o tornou mais forte, mas também continha em si uma chama diferente que ardia quando cortava a carne de orc, chegando a ficar em brasa cauterizante quando utilizada por ele.
Conta-se que Ecthelion a carregou  junto aos 100 quando estes baniram os orcs pela primeira vez, mas numa busca suicida dentro das matas terminou perecendo, não se sabe onde. Os orcs tomaram a Cidade da Florestas e a espada se perdeu, assim como qualquer coisa que ele carregasse consigo neste dia. 
                                                                   


" No interior de seu mais alto conselho, alguns dos elfos anciões resistiram espiritualmente, e são como a bruma dentro da floresta, aguardando para retornar"
                                                                               - Inscrição na Velha Folha, taverna de Lança do Mar



Vila Forte

No princípio vários fortes foram espalhados ao longo dos limites da Floresta da Sombras para garantir que os inimigos que na floresta residiam não avançassem contra os reinos. Vários soldados faziam a guarnição dos fortes e de tempos em tempos trocavam-se os homens que cumpriam a vigília.

Com o passar do tempo a floresta passou a representar menos perigo e os homens ficaram relapsos em seus postos, muitos fortes foram abandonados, mas um homem não abandonou seu posto, seu nome era Dorbak, aos poucos os homens que com ele vigiavam de seu forte também foram abandonando o posto, mas ele resistiu e ali ficou.

Numa noite sem lua Dorbak se questionava se valia a pena continuar vigiando árvores imóveis, a saudade do lar o tomou e ele decidiu abandonar seu posto, era o último homem que protegia os limites da floresta. Quando terminou de juntar seus poucos pertences, Dorbak subiu uma última vez na torre do forte e para sua surpresa sombras se moviam na floresta e elas vinham na direção do forte. Dorbak em desespero pediu perdão ao Guerreiro por ter fraquejado na sua vigília e mesmo só se entregou a batalha. Não pareciam muitos inimigos e o defensor conseguiu os deter mas não sem sofrer alguns ferimentos. Um mercenário que passava na estrada ali perto ouviu os sons de batalha e foi investigar, encontrou Dorbak encostado em uma árvore na beira da floresta. Dorbak lhe pediu que fosse em velocidade até Porto Casto e implorasse por ajuda, os fortes deveriam ser novamente guarnecidos. Mesmo sabendo que o mercenário poderia o trair Dorbak lhe entregou seu cavalo e o homem partiu.

Mas a sorte não estava com Dorbak naquela noite, os inimigos que ele derrotou eram somente os primeiros, novamente em desespero Dorbak pediu perdão por ter vacilado e implorou ao Guerreiro que o ajudasse naquela batalha até outros homens chegarem. Uma espada nunca seria o suficiente, Dorbak sabia mas não vacilou novamente, empunhou sua arma e adentrou a floresta num último ataque furioso.

Na manhã seguinte chegou a ajuda, o mercenário enfim tinha honrado a palavra, homens entraram na floresta e o que viram foi o que sobrou da batalha de Dorbak, muitas criaturas bestiais jaziam mortas e no meio de todas desacordado e muito ferido encontrava-se o último homem que defendia os fortes. Seus ferimentos foram tratados e ele passou muitos dias dormindo, quando acordou e foi perguntado como conseguiu aquele feito ele disse, "o Guerreiro veio em meu socorro, ele perdoou seu servo". Os homens que o socorreram acreditaram que a batalha o havia enlouquecido.

Quando os feitos de Dorbak chegaram na Cidade do Porto o rei em pessoa cavalgou até o forte onde seu último vigilante ainda se encontrava. Dorbak pediu ao rei para expandir o forte e ali fundar uma vila pra que aqueles que o defendessem pudessem estar com seus familiares, o rei assim consentiu e a Dorbak foi dado a regência de então batizada Vila Forte. No início somente Dorbak e o mercenário que o ajudou ali ficaram, mas quando a história do último vigia se espalhou pelo reino muitos vieram para também se tornar vigilantes.

Vila Forte cresceu, os outros fortes recebiam guarnições que saiam do Forte de Dorbak, ali então nasceu a ordem dos mais obstinados guerreiros de todos os reinos, Os Vigilantes. Os anos se passaram e a cidade sempre continuava a receber novos homens que ouviam as canções que falavam de um deus que lutou ao lado de seu mais fiel servo, e as canções chegaram também aos ouvidos de alguns elfos desiludidos com os deuses, sentindo que Erundhir havia falhado com eles por permitir a queda de Anärion, e estes decidiram então proteger os reinos que os acolheu e honrar um deus que respondeu a uma prece.

Notícias de guerra chegaram até o Forte, mas nenhum dos homens, ou elfos, do local se moveu. Sua missão é defender o reino dos perigos que habitam na Floresta das Sombras e ali eles permaneceram. E não sem trabalho, as guerras aumentaram também as atividades na floresta e as batalhas pela defesa do sul ficaram cada vez mais intensas. O últimos ataques tem sido devastadores e mensageiros foram enviados a Cidade do Porto para pedirem auxílio. A coragem e devoção dos Vigilantes está sendo posta a prova.

COMO SURGEM OS REIS

"Não existem reinos que se ergam em terras puras, há sempre o batismo de sangue antes dos pilares de um reino serem fixados."
(Joshu - Grande Druida)

No início homens eram poucos nas terras que hoje são conhecidas como Reinos do Sul, viviam espalhados em pequenas aldeias em comunhão com a natureza. Mas eles não estavam isentos de perigos, haviam seres que vagavam naquelas terras também, criaturas que se alimentavam do desespero e da morte.

Os homens de então precisavam aprender a se defender, sem conhecimentos de forjas eles aprenderam a dominar suas capacidades físicas tornando-se excelentes lutadores e utilizando como armas os punhos, pedras e bastões, suas habilidades os protegiam quando suas aldeias eram atacadas e conseguiram sobreviver e se desenvolver mesmo naquele ambiente hostil.

Foi quando homens vieram do norte. Das montanhas surgiram, trajavam roupas estranhas, tinham casas que rolavam e eram puxadas por cavalos. A princípio eram poucos e viajaram pelas terras por eles desconhecidas aprendendo sobre aquele povo rústico que ali habitavam, a comunicação foi uma barreira que o tempo tratou de destruir, o povo do sul acolheu os homens do norte e dividiram os conhecimentos de suas terras e os segredos das florestas e seus perigos. Então um dia os homens partiram e por muito as pessoas daquele lugar não ouviram mais falar de estrangeiros.

Quando os homens do norte voltaram já não estavam trajados da mesma maneira, vinham vestidos em ferro e aço e carregavam pontas ameaçadoras nas mãos, não havia mais sorrisos e nem amizade e o povo do sul apesar de excelentes lutadores descobriu que punhos, pedras e bastões pouco significavam contra as pontas frias que os faziam sangrar. Desorientados eles fugiam e se escondiam mas os homens do norte os perseguiam, foram então buscar refúgio nas montanhas próximas ao mar. Ali se esconderam.

Os homens do norte haviam conquistado então aquelas terras. Começaram a erguer então a primeira cidade conhecida nos Reinos do Sul, Lança do Mar, que recebeu esse nome por ficar localizada numa ponta de terra que avançava para o mar na forma de uma lança, a cidade ficava ao sopé das montanhas onde o antigo povo do sul se refugiou. Ainda inebriados com a conquista de novas terras os homens descobriram que os derrotados não eram os únicos habitantes que aquele lugar possuía e então as terras foram novamente lavadas pelo sangue. As criaturas malignas chegaram com o cair da noite e ao nascer do dia poucos homens restavam em sua nova cidade. Desesperados e assustados com o terror que viveram tomaram aquela visita sombria como uma vingança dos deuses pela atrocidade que cometeram com o povo que ali habitava. Foi então que Thalimor Druhmersfalt, um dos homens que havia visitado o sul antes do ataque, organizou os homens que restavam e foi até as montanhas procurar pelo povo que eles haviam derrotado. Seus homens foram atacados e mais foram abatidos no caminho, vagaram por dias até que já sem forças encontraram finalmente os primeiros homens do sul. Estavam cercados e quando iam ser atacados Thalimor num ato desesperado pediu clemência na língua dos nativos. Dentre os nativos uma voz soou altiva e poderosa, e um velho surgiu entre eles e foi até a direção de Thalimor, os dois conversaram cercados por seus homens, Thalimor pediu perdão, sabia que jamais poderia reparar o mal que havia cometido, deu sua espada na mão do velho e implorou que poupassem seus homens e em troca ele daria a vida. O velho o observou, entregou a ele a espada e lhe disse que não se deve pagar a vida com a morte e que aquelas terras já haviam bebido sangue demais. Os primeiros homens e os homens do norte ali fizeram uma aliança, e todos rumaram para o que havia sobrado das primeiras edificações da cidade que haviam construído, enterraram os corpos e compartilharam conhecimentos de luta, Thalimor então confessou ao velho que mais homens do norte viriam, só que dessa vez pelo mar. E vieram.

Era uma vista estranha para os primeiros homens do sul, aqueles navios os assustavam e eles temiam que fossem bestas que os afogariam no vasto mar, mas Thalimor os acalmou. Quando os navios chegaram trazendo com eles muitos homens capazes de lutar os homens organizados saíram a caça das criaturas do mal. A terra voltou a sangrar, mas dessa vez homens novos e antigos lutavam lado a lado com punhos e aço e apesar de muitos terem perecido na batalha eles avançavam, as criaturas atacavam na noite e os homens as expulsavam, mais barcos chegaram e a batalha se tornou favorável aos homens, Thalimor comandava sempre regido pelos conselhos do sábio velho que poupara-lhe a vida. Ao passo que as terras eram limpas cidades e vilas eram construídas, as antigas aldeias dos primeiros homens eram reabitadas, parecia que nada poderia conter o avanço dos homens mas, foi então que conheceram a Floresta das Sombras, todos os outros lugares do sul eram dos homens mas a floresta era habitada por criaturas mais terríveis que as anteriores, por mais que organizassem ataques, poucos eram os que retornavam vivos. O velho preveniu Thalimor que o mal que ali se encontrava estava além da capacidade deles. Thalimor não ignorou o conselho, mandou parar os ataques e construiu vários fortes ao longo dos limites da floresta, deixou nestes fortes homens que deveriam vigiar e não deixar que o reino fosse invadido pelo inimigo. E assim a primeira batalha estava terminada, o sul era um lugar dos homens.

Thalimor voltou a Lança do Mar e lá o povo o aclamou pela conquista, foi erguido um castelo onde Thalimor foi coroado como Rei da Lança. Os primeiros homens retornaram as suas aldeias, que ficavam na grande floresta no centro das terras sulistas, outros retornaram para as montanhas que foi seu refúgio, onde quer que os primeiros homens habitassem sempre havia um monastério onde as técnicas de luta eram ensinadas mas, com o tempo estas técnicas foram esquecidas e homens que antes lutavam com os punhos agora empunhavam espadas, abandonaram a floresta e migraram para as cidades, os monastérios foram abandonados restando somente um nas montanhas onde a cultura antiga não foi esquecida. Cidades começaram a surgir algumas se destacaram mais que as outras, Porto Casto, Porto Vermelho e Porto Verde foram cidades que cresceram muito e como as terras eram vastas cada uma destas cidades possuía um regente, numa pequena ilha triangular onde o Braço d'Água, um dos maiores rios do sul desaguava foi instalado um porto para receber as embarcações que vinham de todos os cantos do mundo, o lugar prosperou e ali surgiu uma grande cidade batizada de Cidade do Porto, Thalimor visitou a cidade e ficou encantado com o desenvolvimento que ali encontrou, decidiu mudar sua morada pra lá, passou a regência da Lança para um de seus comandantes, e assim mudou a sede de seu reinado.

O velho sábio pediu ao novo rei que a pequena floresta próxima a Cidade do Porto fosse deixada a seus cuidados, por tudo o que aquele sábio homem havia feito Thalimor não exitou em atribuir ao homem a floresta, ali o velho sábio viveu o fim dos seus dias, alguns o seguiram e lá viveram com ele e quando o homem morreu uma grande árvore se ergueu no local onde ele foi enterrado, os homens então passaram a venerar o lugar e ali surgiram os primeiros druidas, os servos da natureza. A cada cidade, e seu regente, era atribuído um domínio e a lei da época determinou que cabia ao regente o dever de proteger suas terras e todos regentes deviam respeito ao rei e assim é até os dias atuais. Thalimor teve um longo e tranquilo reinado, seu nome até hoje é lembrado nas canções como o homem que conquistou os Reinos do Sul.
Reinos do Sul