Mostrando postagens com marcador Procurados. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Procurados. Mostrar todas as postagens

Petrunia - Caçadora de Relíquias

"Petrunia foi uma garota comum de até completar seus 21 anos, exceto por sua habilidade diferente com espadas e facilidade para domar os animais.
Foi quando a sua terra natal foi atacada numa misteriosa invasão por sombras através da borda da floresta. Muitos pereceram e ela ajudou na defesa junto dos homens Vila Forte.
As sombras foram rechaçadas e em troca da ajuda inesperada a guarda lhe ensinou as técnicas de luta, espadas, e arquearia. Durante dois anos ela aprendeu e ajudou na defesa das bordas da floresta. Depois disso, ela conheceu um feiticeiro errante saiu pelo mundo procurando desafios, e conhecendo formas mágicas e as histórias dos reinos. Com o passar dos anos ela decidiu caminhar só, e terminou se tornando uma caçadora de relíquias, que vive atrás de itens mágicos para vender ou usar em benefício próprio. Sua única ambição se tornou a riqueza e a fama, e muitos contam de seus pequenos e grandes golpes pelo sul de Ferius. O que não contam é que ela é uma das poucas que sabe como entrar no labirinto em Aridah, e dizem que fala com os demônios."

- Ruhda, na Taverna de Pedras, em Farol Corsário

Liinhue - o menino das adagas

O menino meio elfo corria entre as bancas e se esgueirava entre todos com um cesto em uma das mãos e uma mochila em outra. "Adagas! adagas mágicas!" ele gritava, e um ou outro comprava as tais adagas, depois de uma conversa afiada. Ele sempre conseguia enganar os viajantes inexperientes.
As adagas que vendia eram adagas de liga comum, porém ele realizava trabalhos em seus cabos e com pedras as decorava. Contava inúmeras histórias e fazia seu show para atrair o público:
Empunhava uma de suas adagas e em seu longo manto desafiava para um duelo de adagas: Suas facas mágicas contra outra adaga comum de um desafiante na multidão. Quando o duelo começava suas adagas brilhavam e soltavam fogo, a lâmina cauterizava. Rapidamente o menino recolhia as apostas, vendia mais adagas e itens que dizia serem mágicos e sumia na multidão. 

"Liinhue é seu nome", me contou um comerciante, "e ele está criando filhotes de dragão na bolsa.. O larápio compra adagas sem valor e vive destes espetáculos garantidos pelos filhotes de dragão. Cada dia está numa ilha, vila, ou cidadela. Alguns o procuram para matá-lo pelas adagas inúteis, outros querem mesmo é os filhotes de dragão." 

História recente contada por Wheddill , na Velha Folha

Simeon Brewstone, principe assassino

"Simeon foi o terceiro filho de Benigno Brewstone, regente dos reinos do sul. Sempre cresceu à sombra dos irmãos, preterido pelo pai e pelas garotas. Aos dezessete já era capitão da guarda por direito segundo suas habilidades e importância em batalha, mas nunca tomou o posto. Leon, seu irmão era o capitão pela sucessão. 

Quando da chegada de uma caravana de mercantes e artistas, Simeon juntou-se a eles, devido ao seu talento com harpas, e nunca mais retornou ao reino.

Anos mais tarde notícias de um assassino começaram a surgir, e este passou a figurar como um contato na lista de homens de grande poder.

Dizem que a velocidade de Simeon é o mais impressionante, e que ele pode se disfarçar muito bem. Hoje é procurado por todos os reinos, mas com o tempo a própria família desistiu da busca pelo filho, e juntou-se a busca por Simeon, morto. A recompensa é de 10000 peças de ouro."

O Assassino da Ampulheta

"Era um ladrão destemido o tal do Valdenyz devo confessar - disse o velho no canto da taverna para quem quisesse ouvir, e continuou - não havia guarda da cidade que soubesse como encontrá-lo, mas Valdenyz errou quando confiou demais em um certo cidadão.

O combinado era que os dois se encontrassem na primeira luz do sol e lá estava Valdenyz quando o sol raiou, mas o tratante de seu comparsa o deixara esperando e quando o sol já estava no meio do céu o ladrão resolveu partir. E qual foi sua surpresa quando chegou em casa e viu que todos seus pertences haviam desaparecido e cinco guardas o esperavam mas, como eu disse antes, era destemido o rapaz, atirou sua adaga no primeiro que tentou lhe agarrar e saiu dali em disparada.

Valdenyz sabia quem era culpado e procurou então o tratante traidor. Esperou o momento certo e apanhou o patife cambaleando nas ruas ébrio e vangloriando-se de sua esperteza, num beco escuro a última coisa que o canalha sentiu foi a adaga de Valdenyz arranhando sua garganta. No outro dia tudo o que se ouvia falar pelas ruas era de um homem encontrado com o pescoço cortado e com uma pequena ampulheta sobre o peito.Ao que parece o destemido ladrão virou um justiceiro às avessas e tenho certeza que aquele homem que apareceu ontem morto em sua casa foi morto por Valdenyz, afinal eu ouvi dizer que uma pequena ampulheta repousava em uma cômoda perto da defunto e até onde eu sei o morto num era lá muito atentado aos compromissos que tinha."

— O velho da Taverna Crânio furado após um assassinato misterioso na cidade.